domingo, 26 de outubro de 2008

PALESTRAS SOBRE O BULLYING ESCOLAR

EMPRESÁRIO: PRESENTEIE SEUS FUNCIONÁRIOS COM O MELHOR

ESCOLHA A PALESTRA ADEQUADA PARA SUA ESCOLA OU EMPRESA


Prof. Dr. Sebastião Ribeiro de Mendonça, Advogado Criminalista em Minas Gerais, Pós Graduado em Psicopedagogia e Orientador Educacional pela UFRJ, Diretor da UNIVAR-Educação Ciencia e Tecnologia, é um profissional de referencia nacional, quando se tratar de palestras psico-comportamental. está a disposição de empresas e escolas que realmente queiram contratar um palestrante especialista, que com bastante eloquencia, transmite conhecimentos e técnicas aplicáveis ao combate ao BULLYING, na familia, na escola e na empresa ( ambiente de trabalho ).
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veja abaixo, os temas e assuntos básicos, correlacionados com suas palestras, quem sabe, um deles, servirá para voce e sua empresa. para contatar o professor, basta enviar e-mail para: sebastiaorm@hotmail.com ou telefonar para: 35-32129222 ou 35-99938808 - 35-91217443. ou clique aqui.
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O Prof. Sebastião Ribeiro de Mendonça, na qualidade de diretor pedagógico da UNIVAR- Educação Ciência e Tecnologia, determinou para que a secretaria da UNIVAR, cuide de sua agenda de palestras, assim, para agendar a realização de palestras com o professor, é bom antes, consultar a secretária pelo e-mail: secretaria@univar.zzn.com .
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SERVIÇOS EDUCACIONAIS OFERTADOS PELA UNIVAR.
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CURSOS A DISTANCIA AUTORIZADOS E RECONHECIDOS PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC
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a UNIVAR, firmou parceria com o IESDE e UCB- UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO, para a oferta de cursos de graduação e de pós-graduação a distancia, com materiais produzidos peolo IESDE. assim, todos os cursos ofertados pelo IESDE, tambem estão sendo ofertados pela UNIVAR.
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em outubro 2008, a UNIVAR, se tornou parceira da ESAB- ESCOLA SUPERIOR ABERTA DO BRASIL, ofertando tambem todos os cursos a distancia da ESAB, através do seu portal no site: http://www.univar.esab.edu.br/ , parceria esta que certamente, inclui a UNIVAR, definitivamente no ensino a distancia no Brasil.
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1 - PEP – Programa Ensinar para a Paz. ( de autoria do professor - projeto anti bullying)
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É um programa metodológico de ações técnico pedagógico, Concebido pelo Prof. Dr. Sebastião Ribeiro de Mendonça. Esse programa é adquirido por contrato, pelas escolas que o implanta sob a supervisão direta do professor autor ou de membros de sua equipe. Instalado o programa, torna-se como parte integrante dos métodos e modus operandi disciplinar da escola, tendo como objetivo o monitoramento permanente das ocorrências das ações do bullying que possam surgir no ambiente escolar . Com a implantação desse programa, o professor autor que pessoalmente e juntamente com sua equipe acompanham mensalmente o desenvolvimento do aprendizado dos alunos, tomando providencias imediatas contra as ações ocorridas ou que possam ocorrer no ambiente escolar.
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Com a contratação desse PeP, pela escola, poderá também ser incluído no contrato a cláusula para que o professor também esteja prestando assistência psicopedagógica aos alunos que necessitarem, tratando de possíveis dificuldades de aprendizagem que sejam diagnosticadas pelo professor, como sendo causada pelas ações dos agentes do bullying no ambiente escolar.
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O contrato firmado com a UNIVAR, empresa educacional detentora dos direitos de comercialização do PeP – programa ensinar para a paz, é por prazo indeterminado, posto que o combate ao bullying, deve ser permanente e o ambiente escolar sadio deve ser continuamente preservado, entretanto, quando a escola deseja apenas testar o programa, é possível formalizar um contrato de instalação, acompanhamento e monitoramento comportamental dos alunos de no mínimo 12 meses, sendo que neste caso, o professor recrutará sua equipe entre os professores e auxiliares da própria escola.
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Para contratar: contate via e-mail: secretaria@univar.zzn.com.
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2 - CURSO DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES NO COMBATE AO BULLYING.
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O curso de capacitação de professores no combate ao bullying visa dotar o educador de conhecimentos básicos, necessários e indispensáveis para que possam prontamente detectar o surgimento do bullying no interior da escola.
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O ambiente escolar, deve ser sadio, prazeroso, o aluno deve ter motivação, para ir a escola e o que o motiva a estar cotidianamente na escola, obviamente é o ambiente escolar. Se esse ambiente, for conturbado e perturbador, esse aluno vai desgostar e se apresentar desídia quando chegar na escola, vai perdendo a vontade, começa a faltar aulas, e apresenta inclusive dificuldades no desenvolvimento do seu aprendizado, por isso, existem técnicas apropriadas que o educador, com atenção pode observar o comportamento do aluno, e assim, descobrir o que de errado, esteja acontecendo com o aluno, mas para agir assim, é necessário que o professor, tenha conhecimento dos métodos aplicados e que devem ser por ele utilizados para confirmar sua primeira interpretação e também para conseguir do aluno, a comprovação dos indícios que ele, educador, está pressentindo.
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Esse curso, de capacitação dos professores, também tratará dos vínculos entre professor e aluno, dos medos e da conquista da autoridade do educador, baseado no respeito mútuo.
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Isso fará com que, os alunos se sintam felizes, tornando o ambiente escolar saudável e prazeroso para os alunos. Para contratar, contate: e-mail: secretaria@univar.zzn.com
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PALESTRAS EDUCACIONAIS ESPECIAIS. sua escola merece o melhor !

3 – PALESTRA: O FENOMENO BULLYING, INÍCIO, MEIO E FIM.
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O Prof. Dr. Sebastião R. Mendonça, é hoje um nome de referencia e vanguarda em termos da Ciência de comportamentos agressivos repetitivos, comumente denominado de bullying, e em sua palestra que aborda vários princípios referidos ao bullying, de acordo com as especificidades do grupo a que é dirigida, procura o professor, abordar, não só fenômeno bullying, más também, os métodos e ações adequadas que devem ser empreendidas pela escola, pelos professores, pelos alunos, pela família e pela sociedade, para realmente eliminar de vez, as ocorrências de ações do bullying, nesses ambientes.
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O bullying, até então, era estudado apenas no âmbito escolar, sempre quando se referia ao bullying, o referenciávamos apenas como um fenômeno propício ao ambiente da escola, entretanto, com os estudos e pesquisas realizadas pelo Prof. Sebastião, sua tese comprova que o bullying, tem também como terreno fértil, isto é, pode nascer até dentro da própria família.
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Assim, na sua palestra, o professor inicia sua aula, definindo o termo bullying, significados significante, razões do por que, etc, passando a discorrer sobre os períodos do desenvolvimento psicológico da criança, desde o seu nascimento até sua formação biológica e ao período operacional formal, e daí, sem perder o foco, adentra nas fontes originárias ou nascedouros dos comportamentos agressivos ( bullying ), firmando bem claras as idéias do saber, demonstra os atos do bullying que ocorrem nesses ambientes propícios, apresenta ações que devem ser empreendidas pelas entidades para eliminar ou amenizar a ocorrência do fenômeno bullying, enumera os tipos de bullyings existentes, inclusive o cyberbullying, que já é uma realidade em nossos dias atuais; enumera também, as posições dos autores do bullying e das suas vítimas, discorre sobre o sofrimento das vitimas do bullying e também sobre os efeitos danosos que o bullying causa nas suas vítimas, e o melhor, apresenta o comportamento que essa criança terá na fase de adolescência e adulta, orienta sobre a sintomatologia da doença psicológica causada pelo bullying em suas vitimas, e incluindo as formas de tratamentos. O que ocorre no decorrer da palestra do professor, é algo surpreendente, as pessoas presentes, vão se identificando, e auto analisando interiormente, no final, o que se observa, é um alívio total nas pessoas, porque, muitas , as vezes, sofreram o bullying, sem saber; as vezes, apresentam hoje, um tipo de doença moderna, tais como depressão, irritabilidade, ansiedade etc, sem saberem que tudo isso, poderiam ter como causa, o bullying que sofreram quando crianças.
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CUSTOS DAS PALESTRAS.
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Com relação ao custo das palestras, com o prof. Dr. Sebastião R. Mendonça, o valor para qualquer parte do país, é de R$ 5.000,00 ( cinco mil reais ), acrescidos do custo da locomoção ( passagem aérea), estadia e alimentação. Recursos exigidos, equipamentos de multimídia. ( telão e projetor ), fornecido pelo contratante.
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O professor Sebastião Ribeiro de Mendonça, possui ainda um programa metodológico denominado de PEP - programa ensinar para a paz ( anti-bullying), que pode ser contratado pela escola, a sua equipe coordena a instalação, aplicação e execução desse programa , que elimina definitivamente o bullying do ambiente escolar.
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As escolas que contratam esse programa, são as mais preferidas pelos pais de alunos, que obviamente, desejam o melhor ambiente escolar para seus filhos.
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Duração da palestra de 60’ a 90' minutos.
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Disponibilidade: consultar a secretaria : e-mail: secretaria@univar.zzn.com
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Para qualquer referencia, contato ou até mesmo falar pessoalmente, por favor, o faça diretamente ao professor fone: 35-99938808 ou ainda: 35-32129222.
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4 – PALESTRA DE ESTUDO SOBRE A INTELIGENCIA EMOCIONAL
despertamento imediato da força intelectiva do ser humano.
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A Inteligência Emocional, é a combinação de emoção, razão e cérebro, e conforme o professor tem demonstrado em suas palestras, chegamos facilmente a definição e conclusão de que a Inteligência Emocional é uma contribuição efetiva à gestão pessoal/empresarial.
Uma pessoa que está de bem consigo mesma, pode render muito mais a uma empresa do que uma pessoa que traz todos os seus problemas para a empresa, fazendo com que sua produção reduza sensivelmente, e conseqüentemente atrapalhando a todos os outros que trabalhem junto com essa pessoa.
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Então, trabalhando-se essa inteligência emocional, a pessoa iria canalizar as suas emoções para os momentos adequados e apropriados, ela aprenderia, por exemplo; a lidar com suas emoções e deixar que a razão fique acima de tudo isso.
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Para que se possa estimular o ser deficitário de IA, deve ser feito um projeto de ajuda para que haja uma interação entre o meio físico e social, ou seja, estimulando a pessoal desde de pequeno, na escola, em casa, na rua, quando adulto, no trabalho.
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Poderíamos até se dizer que a Inteligência Emocional, poderia ser um modismo do momento, pois é uma coisa nova, e que em nosso ponto de vista deveria ser introduzida no mercado de trabalho para que a empresa contribuísse assim, com a grandeza do ser humano, começando por cada um dos seus funcionários.
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Duração de 60’ a 90’ minutos; Com relação ao custo das palestras, o valor para qualquer parte do país, é de R$ 5.000,00 ( cinco mil reais ), acrescidos do custo da locomoção ( passagem aérea), estadia e alimentação.
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Para contratação por favor, contate: secretaria@univar.zzn.com
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Para qualquer referencia, contato ou até mesmo falar pessoalmente, por favor, o faça diretamente ao professor fone: 35-99938808 ou ainda: 35-32129222.
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5 – PALESTRA DE MOTIVAÇÃO PESSOAL - a automotivação
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Aborda os seguintes temas: o ser humano, ego, id, consciente e subconsciente, fontes de motivação, causas de desmotivação, os ambientes motivadores, os relacionamentos motivadores, a automotivação, o organismo humano como agente motivador, o sentimento de alegria, a frustração, a tristeza a dor.
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A alegria contagiante, como se automotivar, a Constancia da motivação, inibição de doenças, propagação da motivação, alegria contagiante, ambiente completo.
A esperança, a certeza, o desejo, concepção de uma vida melhor, conquista do objeto desejado, segredos para estar sempre motivado.. o vencedor.
Causas da tristeza, exógenas e endógenas, causas da motivação. Conservação da motivação pessoal, tipos de motivação, resultados da motivação, ser perfeito.
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O professor, além desses temas , o professor passa para a platéia, a certeza de dias melhores e o publico deixa o teatro confiante e cheios de felicidades, certos de que, estando mais fortalecidos, poderão realizar aqueles sonhos que inclusive haviam deixados de lado, significando que depois da palestra uma nova oportunidade surgiu, haverá um recomeço e certamente seus dias dali em diante, serão melhores que os dias passados. Vale o esforço para contratar essa palestra.
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A Duração é de aproximadamente de 60’ a 90’ minutos; Com relação ao custo das palestras, o valor para qualquer parte do país, é de R$ 5.000,00 ( cinco mil reais ), acrescidos do custo da locomoção ( passagem aérea), estadia e alimentação.
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Para qualquer referencia, contato ou até mesmo falar pessoalmente, por favor, o faça diretamente ao professor fone: 35-99938808 ou ainda: 35-32129222.
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Tratar : contato e-mail secretaria@univar.zzn.com
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informação científica - trabalho cientifico do professor.
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O FENÔMENO BULLYING E AS SUAS CONSEQÜÊNCIAS PSICOLÓGICAS
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Prof. Dr.Sebastião Ribeiro de Mendonça
Psicopedagogo Clinico
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Na atualidade, um dos temas que vem despertando cada vez mais, o interesse de profissionais das áreas de educação e saúde, em todo o mundo, é sem dúvida, o do bullying escolar. Termo encontrado na literatura psicológica anglo-saxônica, que conceitua os comportamentos agressivos e anti-sociais, em estudos sobre o problema da violência escolar.
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Sem termo equivalente na língua portuguesa, define-se universalmente o BULLYING, como “um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, adotado por um ou mais alunos contra outro(s), causando dor, angústia e sofrimento”. Insultos, intimidações, apelidos cruéis e constrangedores, gozações que magoam profundamente, acusações injustas, atuação de grupos que hostilizam, ridicularizam e infernizam a vida de outros alunos, levando-os à exclusão, além de provocar danos físicos, psíquicos, morais e materiais, alguns, de forma irreversível; estas são algumas das manifestações do comportamento bullying.
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O bullying é um conceito específico e muito bem definido, uma vez que não se deixa confundir com outras formas de violência. Isso se justifica pelo fato de apresentar características próprias, dentre elas, talvez a mais grave, seja a propriedade de causar “traumas” ao psiquismo de suas vítimas e envolvidos. Possui ainda a propriedade de ser reconhecido em vários outros contextos, além do escolar: nas famílias, nas forças armadas, nos locais de trabalho (denominado de assédio moral), nos asilos de idosos, nas prisões, nos condomínios residenciais, enfim onde existem relações interpessoais em um grupo.
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Como Estudiosos do comportamento bullying entre escolares, identificamos e classificamos assim os tipos de papéis sociais desempenhados pelos seus protagonistas: “vítima típica”, como aquele que serve de bode expiatório para um grupo; “vítima provocadora”, como aquele que provoca determinadas reações contra as quais não possui habilidades para lidar; “vítima agressora”, como aquele que reproduz os maus-tratos sofridos; “agressor”, aquele que vitimiza os mais fracos; “espectador”, aquele que presencia os maus-tratos, porém não o sofre diretamente e nem o pratica, mas que se expõe e reage inconscientemente a sua estimulação psicossocial.
Trata-se de um problema mundial, encontrado em todas as escolas, que vem se disseminado largamente nos últimos anos e que só recentemente vem sendo estudado em nosso país. Em todo o mundo, as taxas de prevalência de bullying, revelam que entre 5% a 35% dos alunos estão envolvidos no fenômeno. No Brasil, através de pesquisas que realizamos, inicialmente no interior do estado de São Paulo, em estabelecimentos de ensino públicos e privados, com um universo de 1.761 alunos, comprovamos que 49% dos alunos estavam envolvidos no fenômeno. Desses, 22% figuravam como “vítimas”; 15% como “agressores” e 12% como “vítimas-agressoras”.

.especialistas, as causas desse tipo de comportamento abusivo são inúmeras e variadas. Deve-se à carência afetiva, à ausência de limites e ao modo de afirmação de poder e de autoridade dos pais sobre os filhos, por meio de “práticas educativas” que incluem maus-tratos físicos e explosões emocionais violentas. Em nossos estudos constatamos que 80% daqueles classificados como “agressores”, atribuíram como causa principal do seu comportamento, a necessidade de reproduzir contra outros os maus-tratos sofridos em casa ou na escola. Em decorrência desse dado extremamente relevante, nos motivamos em pesquisas e estudos, que nos possibilitou identificar a existência de uma doença psicossocial expansiva, desencadeadora de um conjunto de sinais e sintomas, a qual denominamos SMAR - Síndrome de Maus-tratos Repetitivos.
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O portador dessa síndrome possui necessidade de dominar, de subjugar e de impor sua autoridade sobre outrem, mediante coação; necessidade de aceitação e de pertencimento a um grupo; de auto-afirmação, de chamar a atenção para si. Possui ainda, a inabilidade de expressar seus sentimentos mais íntimos, de se colocar no lugar do outro e de perceber suas dores e sentimentos.
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Esta Síndrome apresenta rica sintomatologia: irritabilidade, agressividade, impulsividade, intolerância, tensão, explosões emocionais, raiva reprimida, depressão, stress, sintomas psicossomáticos, alteração do humor, pensamentos suicidas. É oriunda do modelo educativo predominante introjetado pela criança na primeira infância. Sendo repetidamente exposta a estímulos agressivos, aversivos ao seu psiquismo, a criança os introjeta inconscientemente ao seu repertório comportamental e transforma-se posteriormente em uma dinâmica psíquica “mandante” de suas ações e reações. Dessa forma, se tornará predisposta a reproduzir a agressividade sofrida ou a reprimi-la, comprometendo, assim, seu processo de desenvolvimento social.
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CONSEQUENCIAS DA SINDROME
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As conseqüências para as “vítimas” desse fenômeno são graves e abrangentes, promovendo no âmbito escolar o desinteresse pela escola, o déficit de concentração e aprendizagem, a queda do rendimento, o absentismo e a evasão escolar. No âmbito da saúde física e emocional, a baixa na resistência imunológica e na auto-estima, o stress, os sintomas psicossomáticos, transtornos psicológicos, a depressão e o suicídio.
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AGRESSORES
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Para os “agressores”, ocorre o distanciamento e a falta de adaptação aos objetivos escolares, a supervalorização da violência como forma de obtenção de poder, o desenvolvimento de habilidades para futuras condutas delituosas, além da projeção de condutas violentas na vida adulta. Para os “espectadores”, que é a maioria dos alunos, estes podem sentir insegurança, ansiedade, medo e estresse, comprometendo o seu processo socioeducacional.
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FERIDA NA ALMA
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Este fenômeno comportamental atinge a área mais preciosa, íntima e inviolável do ser, a sua alma. Envolve e vitimiza a criança, na tenra idade escolar, tornando-a refém de ansiedade e de emoções, que interferem negativamente nos seus processos de aprendizagem devido à excessiva mobilização de emoções de medo, de angústia e de raiva reprimida. A forte carga emocional traumática da experiência vivenciada, registrada em seus arquivos de memória, poderá aprisionar sua mente a construções inconscientes de cadeias de pensamentos desorganizados, que interferirão no desenvolvimento da sua autopercepção e auto-estima, comprometendo sua capacidade de auto-superação na vida.
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GRAU DE SOFRIMENTO
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Dependendo do grau de sofrimento vivido pela criança, ela poderá sentir-se ancorada a construções inconscientes de pensamentos de vingança e de suicídio, ou manifestar determinados tipos de comportamentos agressivos ou violentos, prejudiciais a si mesma e à sociedade, isto se não houver intervenção diagnóstica, preventiva e psicoterápica, além de esforços interdisciplinares conjugados, por toda a comunidade escolar.
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TRAGÉDIAS OCORRIDAS.
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Nesse sentido podemos citar as recentes tragédias ocorridas em escolas, como por exemplo, Columbine (E.U.A.); Taiuva (SP); Remanso (BA), Carmen de Patagones (ARG) e Red Lake (E.U.A.).
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COMO IDENTIFICAR O BULLYING.
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Esta forma de violência é de difícil identificação por parte dos familiares e da escola, uma vez que a “vítima” teme denunciar os seus agressores, por medo de sofrer represálias e por vergonha de admitir que está apanhando ou passando por situações humilhantes na escola ou, ainda, por acreditar que não lhe darão o devido crédito. Sua denúncia ecoaria como uma confissão de fraqueza ou impotência de defesa. Os “agressores” se valem da “lei do silêncio” e do terror que impõem às suas “vítimas”, bem como do receio dos “espectadores”, que temem se transformarem na “próxima vítima”.
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Algumas iniciativas bem sucedidas vem sendo implantadas em escolas dos mais diversos países, na tentativa de reduzir esse tipo de comportamento. De forma pioneira no país, implantamos um programa antibullying, denominado de “Programa ENSINAR PARA A PAZ, elaborado por nós e desenvolvido, aplicado como modelo, em uma escola de São José do Rio Preto SP. Como resultado, obtivemos índices significativos de redução do comportamento agressivo e expressiva melhora nas relações entre alunos e professores, além de melhorias no desempenho escolar. O resultado das pesquisas iniciais, que detectava em torno de 26% de vitimização, já no segundo semestre de implantação do programa caiu para 10%; e após dois anos, o resultado mostrava que havíamos chegado a patamares toleráveis, com índices de apenas 4% de vitimização.
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O “Programa ENSINAR, par a Paz”, desenvolvido e aplicado por mim, pode ser definido como um conjunto de estratégias psicopedagógicas , anti-bullying, que pode ser contratado por prefeituras e colégios em geral, para serem implantados e desenvolvido no ambiente escolar, e que se fundamenta sobre os princípios de solidariedade, tolerância e respeito às diferenças. Recebeu esse nome por dois motivos: o primeiro, é que as escolas, com seus programas educacionais, voltam suas atenções para o aprendizado, ensinando matérias curriculares e se esquecem de implantar um programa dentro da escola, que ensine “ modus operandi de vida”, isto é, boas maneiras de viver, com escrúpulos e respeitos mútuos. Acredito tambem que a paz é o maior anseio não só das crianças envolvidas no fenômeno bullying no ambiente escolar, como também aquelas que sofrem as agressões no ambiente familliar pelo fato dos pais desconhecerem, os períodos do desenvolvimento psíquico da criança, e por isso as agridem, criando bloqueios psicológicos, bem como de toda a sociedade. O meu programa ENSINAR PARA A PAZ, Envolve toda a comunidade escolar, inclusive os pais e a comunidade onde a escola está inserida. As estratégias do programa incluem primeiramente a capacitação de professores para aprenderem a detectarem mo surgimento do bullying no ambiente escolar, seguindo para um trabalho em grupo e depois individualizado com o envolvidos em bullying – visando à inclusão e o fortalecimento da auto-estima das “vítimas” e a canalização da agressividade do “agressor” em ações pro-ativas – bem como o envolvimento de toda escola, pais e a comunidade em geral.
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Grupos de “alunos solidários” atuam como “anjos da guarda” daqueles que apresentam dificuldades de relacionamento, dentro e fora da escola. Grupos de “pais solidários” auxiliam nas brincadeiras do recreio dirigido, junto aos “alunos solidários”. A interiorização de valores humanistas, bem como a discussão de “situações-problema” de cada grupo-classe, são estratégias que visam a educação das emoções, sendo desenvolvidas semanalmente, durante o encontro entre os tutores e suas turmas. Ações solidárias em prol de instituições filantrópicas são objetivos comuns a serem alcançados pela escola e comunidade.
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Acreditamos que se existe uma cultura de violência, que se dissemina entre as pessoas, e principalmente aos jovens, com certeza, podemos e devemos disseminar uma cultura contraria ‘a violência que é a cultura da paz.
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Se conseguirmos plantar nos corações das crianças, JÓVENS E ADULTOS, as sementes da paz – solidariedade, tolerância, respeito ao outro e o amor próprio e fraternal, poderemos vislumbrar uma sociedade mais equilibrada, justa e pacífica dentro de um futuro bem próximo. Construir um mundo de paz é possível, sendo que para isso, devemos primeiramente construí-lo dentro de cada um de nós.
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O Programa ESINAR para a Paz, criado por mim, é para ser implantado em inúmeras escolas públicas e particulares de todo o país, por ser de fácil adaptação à realidade escolar e por apresentar resultados positivos , num curto espaço de tempo da sua implantação, eliminando por completo a violência de todas as formas começando pelos nossos jovens. Atualmente, promovemos cursos de formação de multiplicadores do Programa, denominados de PALESTRAS DE CAPACITAÇÃO ANTI-BULLYING; atendendo tanto à rede particular de ensino como a pública, com fundamentação em Psicopedagogia, Psicanálise e Inteligência Multifocal.
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Em decorrência do contato direto com profissionais de educação, detectamos um dado surpreendente: é expressivo o número de profissionais que foram envolvidos pelo fenômeno quando estudantes e que ainda trazem consigo suas conseqüências, que ‘as vezes, mancham o profissional.
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Por constatarmos altos índices de sintomas de stress entre eles, incluímos no Programa, o cuidado com a saúde emocional e o controle do stress. Acreditamos que só pessoas saudáveis, educam, crianças saudáveis. Nossa equipe atua sob supervisão psicopedgógica e é composta por pedagogos e psicólogos.

* Sebastião Ribeiro de Mendonça - Especialista em psicopedagogia Clinica e Institucional, pela Usc/SP; Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha, Teólogo pela FATEMG - Faculdade de Teologia de Minas Gerais; Terapeuta Especialista em Reiki e Shiatsu; diretor da ; UNIVAR - Educação Ciencia e Tecnologia Ltda, instituição educacional que ministra cursos a distancia, em parceria com a ESAB - ESCOLA ABERTA DO BRASIL, tendo todos os cursos que ministra, reconhecidos e autorizados pelo MEC., É Pesquisador do Bullying Escolar. Autor do PeP - Programa Ensinar para a Paz. Conferencista ministrante de palestras e de cursos de capacitação de professores. sebastiaorm@hotmail.com Autor do livro : O BULLYING, numa abordagem psicopedagógica. O severo combate para erradicar esse terrível mal do ambiente escolar.
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O BULLYING é um conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotado por um ou mais alunos contra um ou outros, causando dor, angústia e terrível sofrimento, que fere a alma e o âmago, dessas vítimas, gerando como conseqüências, bloqueios psicológicos, que impedem o desenvolvimento cognitivo do jovem adolescente.
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Com uma proposta de Ensinar para a Paz, o pesquisador e educador brasileiro Sebastião R. Mendonça, escreveu o livro Bullying, uma abordagem psicopedagogica que estará sendo lançado em breve. Em uma edição revisada e atualizada por recentes pesquisas, o texto apresenta o Bullying como um fenômeno maléfico, que vem sendo tema de preocupação e de interesse nos meios educacionais e sociais em todo o mundo.
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Embora ofereça um panorama mundial sobre o problema, o autor revela e analisa pesquisas sobre o Bullying aplicadas entre alunos e destaca a realidade vivida hoje no Brasil, apresentando um programa inédito e extremamente prático a ser utilizado nas escolas, que já vem sendo desenvolvido,com sucesso, em alguns estabelecimentos de ensino. livro que será lançado em breve, denominado Bullying, numa abordagem psicopedagógica, tem como objetivo, despertar as autoridades educacionais, educadores, pais, alunos e a sociedade em geral para o assunto, muitas vezes ainda se encontra encoberto nas escolas.
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Acreditando que uma nova geração, mais pacífica, é possível, o Programa Ensinar para a Paz é fundamentado em valores como a tolerância e a solidariedade, que devem ser estimulados entre os alunos, através do diálogo. O respeito e as relações de cooperação também precisam ser valorizados. Para isso é preciso que haja união e interesse de todos: direção da escola, professores e comunidade.
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O Autor
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O brasileiro, Sebastião Ribeiro de Mendonça, é especialista em psicopedagogia, advogado, educador, pesquisador, conferencista e escritor. Desde 1998 vem pesquisando a questão da violência urbana e formação de gangs, voltadas para a delinqüência, e nas escolas, dedicando-se especialmente ao estudo do fenômeno bullying.
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Apaixonado pela causa da educação e consciente de que é nos primeiros anos da vida que podem surgir os traumas que se originam na violência sofrida tanto em casa como na escola, o autor enfatiza a necessidade de resgatar a saúde emocional das crianças o mais cedo possível, começando por ensinar os pais, os jovens, noivos em geral, para que sabendo como lidar com o emocional dos filhos, possam utilizar maneiras e formas de tratamentos que não molestem e nem agrida o psiquismo central da criança, causando aqueles traumas que redundam nas dificuldades de aprendizagem que conhecemos.
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Foi assim que, inicialmente, propondo-se com um trabalho voluntário nas escolas, idealizou o programa Ensinar para a Paz - PEP– projeto inteligente, criativo e eficaz, já aplicado em algumas escolas e altamente recomendado em razão dos excelentes e animadores resultados. Pretende criar um curso de pós-graduação em fenômeno bullying com abordagem psicanalítica na prevenção da violência escolar, ministra cursos de capacitação para uma educação voltada para a paz e palestras e conferências sobre o fenômeno bullying, além de escrever artigos para veículos diversos.

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PALESTRA PARA CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES
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Objetivo: aprender a detectar no ambiente escolar, indícios do BULLYING.
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BULLYING;
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Por Dr.Sebastião R. de Mendonça - advogado e psicopedagogo.
Bullying. Estranha a presença de uma palavra inglesa no título. É que não se encontrou uma palavra nossa que diga o que “bullying” quer dizer. “Bully” é o valentão. Um tipo que, valendo-se do seu tamanho, agride e intimida seus colegas, crianças ou adolescentes mais fracos que não sabem se defender. Por vezes o “bullying” não se expressa por meio de murros e tapas. Comumente ele se vale da zombaria e do ridículo: um grupinho concorda em transformar uma pessoa em motivo de chacota por meio de apelidos e, com isso, a humilha e a exclui do meio social. Uma vítima de “bullying” jamais é convidada para participar das festinhas, sentindo-se sempre um “ peixe fora d’agua.
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“O “bullying” é diferente das brigas que freqüentemente acontecem entre iguais, provocadas por motivos eventuais. Essas brigas acontecem e acabam. O “bullying”, ao contrário, é contínuo, metódico, persistente, não precisa de razões para acontecer. A vítima, ao se preparar para ir à escola, sabe o que a aguarda. O seu desejo é fugir. Mas não pode. E não há nada que possa ser feito para que o “bullying” não aconteça. Informar os professores só pode agravar a sua situação. Misturado com o medo cresce o ódio, o desejo de vingança e as fantasias de destruir os seus agressores , internalizando essas fantasias, que um dia, poderão se transformar em realidade.
Eu fui vítima de “bullying”. Quando me mudei para o Rio de Janeiro e meu pai me matriculou no Colégio Andrews, que era freqüentado pela elite carioca, fui motivo de zombaria por causa do meu sotaque caipira e a forma como me vestia.
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Veja o registro de um aluno: a zombaria me enfiou numa grande solidão. Nunca tive amigos. Nunca fui convidado para as festas da “turma”. Sentia-me ridículo. Tinha medo de me aproximar das meninas. O que eu mais desejava era estar longe dos meus colegas.
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Ir à escola era um sofrimento diário. Sofria em silêncio. E era inútil que eu falasse com os meus pais. Eles nada poderiam fazer.
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Assim, dessa mesma forma, existem muitas crianças sofrendo, caladas, quietas, tristes, cabisbaixa, com pouco rendimento, as vezes com dificuldade de aprendizagem, a professora fica preocupada, os pais igualmente, procuram buscar descobrir o que está acontecendo, jogam a culpa no colégio, na professora, ou dizem que a escola é ruim, reclamam na diretoria, e muitas vezes, sai falando e difamando a escola; más a verdadeira e real causa do baixo rendimento do aluno, permanece encoberta, num invólucro quase quase que impenetrável e de forma sutil e imperceptível, o BULLYING, vai crescendo, fazendo vítimas.
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As crianças, ‘as vezes, são submetidas a tratamentos psicopedagógicos e nem sempre apresentam resultados satisfatórios, pois apesar de existirem os bloqueios cognitivos, as causas são completamente diversas das usualmente tratamos e o pior, desconhecidas.
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O Bullying, é um problema que precisa ser urgentemente resolvido, pela direção da escola, o colégio Marista, em Varginha, saiu na frente e já realizou essa aula de capacitação.
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E para isso, nós estamos aqui, para trazer informação e conhecimento aos professores, sobre como proceder para detectar indícios de existência de BULLYING, na sua escola.
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Propomos-nos a realizar nessa escola, uma palestra informativa, objetivando dotar os professores de conhecimentos tais, que possam trabalhar com essas causas maléficas, que perturbam o ambiente escolar inibindo o desenvolvimento cognitivo e bloqueando a capacidade de aprendizagem dos alunos, portanto, esse trabalho de capacitação, requer urgência.
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Contrate imediatamente, essa palestra de capacitação. Para saber custos e contratação da palestra, favor solicitar via e-mail diretamente: e-mail: sebastiaorm@hotmail.com
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Ou telefonar: 35-91217443 - 35-32144373 - 35-32129222.
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Fenômeno Bullying - Prof. Dr. Sebastião Ribeiro de Mendonça - exemplificando sobre o bullying..
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Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Assim, referiu-se ao bullying, uma de minhas entrevistadas.
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Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho. Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela.
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"Bullying" é o nome dele. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.
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"Bullying." Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying". No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça.
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A vítima fica literalmente como uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda. Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio.
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A vítima do bullying, quando criança, sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte. Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos. Aprendemos com os animais. Um ratinho preso numa gaiola absorve a informação rapidamente. Uma alavanca lhe dá comida. Outra alavanca produz choques. Depois de dois choques, o ratinho não mais tocará a alavanca que produz choques. Mas tocará a alavanca da comida sempre que tiver fome. As experiências de dor produzem afastamento. O ratinho continuará a não tocar a alavanca que produz choque ainda que os psicólogos que fazem o experimento tenham desligado o choque e tenham ligado a alavanca à comida.
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As experiências de dor, bloqueiam o desejo de explorar ou buscar algo de satisfação, ficando perdido diante da sua aflição, como um ratinho aprisionado. O fato é que o mundo do ratinho ficou ordenado. Ele sabe o que fazer. Imaginem, agora, que cientistas sádicos, para tentar curá-lo, re resolvam submeter o ratinho a uma experiência de horror: ele levará choques em lugares e momentos imprevistos ainda que não toque em nada. O ratinho está perdido. Ele não tem formas de organizar o seu mundo. Não há nada que ele possa fazer. Seus desejos, imagino, seriam dois. Primeiro: destruir a gaiola, se pudesse, e fugir. Isso não sendo possível, ele optaria pelo suicídio, veja abaixo, fatoa reais, ocorridos em nosso país.
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Edimar era um jovem tímido de 18 anos que vivia na cidade de Taiúva, no Estado de São Paulo. Seus colegas fizeram-no motivo de chacota porque ele era muito gordo. Puseram-lhe os apelidos de "gordo", "mongolóide", "elefante cor-de-rosa" e "vinagrão", por tomar vinagre de maçã todos os dias, no seu esforço para emagrecer. No dia 27 de janeiro de 2003, ele entrou na escola armado e atirou contra seis alunos, uma professora e o zelador, matando-se a seguir.
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Luis Antônio era um garoto de 11 anos. Mudando-se de Natal para Recife por causa do seu sotaque, passou a ser objeto da violência de colegas. Batiam nele, empurravam-no, davam-lhe murros e chutes. Na manhã do dia fatídico, antes do início das aulas, apanhou de alguns meninos que o ameaçaram com a "hora da saída". Por volta das 10h30, saiu correndo da escola e nunca mais foi visto. Um corpo com características semelhantes ao dele, em estado de putrefação, foi conduzido ao IML (Instituto Médico Legal) para perícia.
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Estes mesmos fatos, podem ocorrer com inúmeros jovens que estão submetidos as essa espécie de bullying, nas nossas escolas, portanto, o momento é esse, nos prepararmos e ensinarmos nossa sociedade, a se livrar deste pernicioso mal, que afligem nossos jovens, isso porque um destes, pode ser nosso filho. Unamo-nos em busca da Paz, porque a PAZ, É VOCE QUEM FAZ- vamos EDUCAR PARA A PAZ. Obrigado a imprensa que der publicidade a esse artigo.
Sebastião Ribeiro de Mendonça - advogado especialista e psicopedagogo clinico e institucional

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